Ex-editor da ‘New Yorker’ comenta seus cartuns preferidos publicados na revista

Por treinamento

Mesmo tendo anunciado a demissão do cargo de editor de cartuns da revista “New Yorker”, que exerceu nos últimos 20 anos, Bob Mankoff, 72, está longe de se aposentar. Ele pretende ministrar um curso de humor e comunicação na Universidade Fordham e criar uma empresa que explore o uso de inteligência artificial para expandir a criatividade. Quer também continuar contribuindo para a revista, mas já espera enfrentar competição ferrenha de cartunistas mais jovens.

“Recebi e-mails muito legais de alguns deles dizendo ‘Agora que você também está enviando seu trabalho, é meu inimigo mortal’”, brinca Mankoff em entrevista ao “New York Times.

Para o jornal, ele também selecionou e comentou os cartuns favoritos que criou para a revista. Confira alguns deles:

“Não, quinta-feira não dá. Que tal nunca —nunca é bom para você?” (Imagem: Bob Mankoff/New Yorker)

“Este é meu cartum mais famoso, e a frase foi copiada em camisetas.”

“Diga o que está pensando, Harris —a linguagem da dança sempre me escapou.” (Imagem: Bob Mankoff/New Yorker)

“Uma das coisas interessantes sobre cartuns é que eles são um quadro congelado. Cada um deles tem potencial para uma elaboração mais ampla. Você quase consegue enxergar este aqui como a premissa para uma esquete de improvisação.”

“Isso sim é inserção de produto!” (Imagem: Bob Mankoff/New Yorker)

“A ‘New Yorker’ costumava ficar na Rua 42, e de lá nós conseguíamos ver o Empire State Building, um dos maiores símbolos fálicos que existem.”

“Desculpe, querido. Não estava ouvindo. Poderia repetir o que disse desde que nos casamos?” (Imagem: Bob Mankoff/New Yorker)

“Sou meio ruim de escutar e às vezes digo para minha mulher: ‘Desculpe, eu não te ouvi’, e ela responde ‘Desde quando?’.”

Duplex do Hamlet (Imagem: Bob Mankoff/New Yorker)

“Esta é uma piada realmente idiota que todo mundo adora. Amei fazer este cartum.”