Estudantes compartilham dúvidas sobre o contágio e a prevenção do vírus HPV

O medo causado por um diagnóstico de HPV, a vergonha de contar aos outros, as dúvidas sobre contágio e prevenção foram temas da conversa entre as estudantes Marina Braga, 23, Paula Calçade, 21, da Frente Feminista Casperiana Lisandra, Déborah Haymée Ferreira e Silva, 22, do Coletivo Feminista Geni, e a médica residente Patrícia Hellering, 25.

A convite da Folha, elas falaram sobre suas experiências e a dificuldade de conversar sobre o tema, que será debatido no evento “Adolescência: como falar de HPV”.

Veja, abaixo, o vídeo da conversa.
http://mais.uol.com.br/view/16070574

Com participação de Albertina Duarte, coordenadora do ambulatório de ginecologia da adolescente do Hospital das Clínicas, da infectologista Rosana Richtmann, do hospital e maternidade Santa Joana, do psiquiatra Saulo Ciasca e dos atores Julia Dalavia, 19 (a Mayara de “Justiça” e a Maria Tereza, de “Velho Chico”) e Ruy Brissac (o Dinho de “Mamonas Assassinas, O Musical”) o evento é promovido pela Folha com o apoio do laboratório MSD. O debate será às 14h do dia 29/11, no Teatro Folha, no shopping Pátio Higienópolis (av. Higienópolis, 618). Para fazer a inscrição, que é gratuita, acesse o site.

Comentários

  1. Os hábitos sexuais também devem ser abosrdados. Por exemplo, sexo oral, em algumas regiões do Brasil, por falta de qualificação educacional e informação, representa uma abertura para a disseminação do HPV, o que traduz em câncer de boca, garganta e outros. Educação sexual e informação relativa às formas de contágio do vírus são fundamentais ao sucesso de neutralização desse vetor e mal. Em algumas regiões do Brasil, parcela das mulheres praticam o sexo oral, às vezes em parceiros que mal conheceram, fato agravante à transmissão do HPV.

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