Físico Marcelo Gleiser fala nesta segunda-feira na Folha sobre seu novo livro

A Folha organizará nesta segunda-feira (24) uma conversa com o físico e colaborador da “Ilustríssima”, Marcelo Gleiser, sobre seu novo livro, “A simples beleza do inesperado”.

A obra discorre sobre a relação do físico com a pesca fly, hobby que adquiriu por sugestão da mulher e que consiste no uso de iscas que imitam insetos que usualmente pousam ou caem na superfície da água (daí o nome “fly”, que em inglês significa mosquito). É uma técnica ancestral.

O físico e colunista da Folha Marcelo Gleiser (Foto: Joseph Mehling/Divulgação)

Os relatos das pescarias realizadas mundo afora, entre uma palestra e outra, servem de pano de fundo para uma reflexão sobre a física na natureza.

O tom contemplativo percorre toda a obra: como o próprio Gleiser pondera no início da narrativa, pescar o preparou para a vida de pesquisador, pois “em ambas a emoção vem justamente da surpresa, da possibilidade, mesmo que remota, de contrariar o fracasso esperado e pegar um belo peixe, ou ter uma ideia que nos ensine algo de novo sobre o mundo”.

Professor de física, astronomia e filosofia natural do Dartmouth College, nos EUA, Gleiser virá ao Brasil para conversar sobre o livro com Reinaldo Lopes, colaborador da Folha e responsável pelo blog Darwin e Deus.

No final do bate-papo, que contará com perguntas da plateia, haverá venda de livros e sessão de autógrafos.

O evento acontece na sede do jornal, na alameda Barão de Limeira, 425, às 19hs. As inscrições podem ser feitas neste link.

 

Comentários

  1. Como faço para participar da palestra do físico Marcelo Gleiser.
    Gostaria de participar, pois não sou de São Paulo, e estou apenas à passeio pela Capital.
    Obrigado.

  2. Marcelo Gleiser, para mim, é como ensina Luiz Felipe Pondé em seu livro Filosofia para Corajosos, ou seja, ambos, ensinam viver o mundo com a própria cabeça, se é que o cara tem autocrítica para isso. Numa entrevista dele (Marcelo) a Roberto D’Ávila, ao ser perguntado sobre a vida, ele disse que, para ele e um monte de outros cientistas colegas seus, a vida é um erro da natureza, emendando que, mesmo assim, não é ateu e, sim, agnóstico, porque há coisas que a natureza não explica. A mim me parece que esse é o prumo do cidadão no mundo, porque, de resto, não sabemos de nada. Quem ler Marcelo e Pondé, pelo menos, terão um prumo na vida.

  3. Queria convidar o ilustríssimo fisico para uma pescaria no Amapá, sob a linha do Equador. Pergunto: a água realmente tem sentido inverso ao escorrer no ralo da pia nos dois hemisférios?

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