Veja o gabarito da prova on-line para o 4º Programa de Ciência e Saúde da Folha

Por treinamento

A prova on-line para os candidatos do 4º Programa de Jornalismo em Ciência e Saúde da Folha aconteceu entre os dias 12 e 15 de maio. Na avaliação, eles precisaram responder 30 testes e quatro perguntas dissertativas.

Os  aprovados nesta fase participam de atividades presenciais na sede do jornal, em São Paulo, nos dias 23 e 24 de maio. O treinamento começa no dia 6 de junho.

Confira abaixo o gabarito da prova, com as respostas em negrito e sublinhadas.

 

Prova de Português

1) Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e/ou nominal:
a) Metade dos negócios é fechado sem a intervenção de um atendente da corretora.
b) A pessoa tinha que tomar banho com a água fria que saía de um dos dois canos que compunha o chuveiro.
c) A maioria ali eram homossexuais, mas também havia bissexuais.
d) Segundo o consórcio responsável pela tutela do queijo mais popular da Itália, no ano passado foram produzidas 4,9 milhões de unidades do laticínio.
e) As vendas, no entanto, tem sido mais desafiadoras do que o esperado.

2) Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e/ou nominal:
a) Em comparação com o modelo anterior, o Moto G de segunda geração ficou maior (passou a ter uma tela de cinco polegadas), além de ter ganhado melhores câmera e processador.
b) A britânica, que agora se faz chamar de “ela”, achou bárbaro a liberação do casamento gay nos EUA.
c) Para o TCU, a portaria deixara clara que houve uma operação de empréstimos entre BNDES e Tesouro.
d) Três anos depois, as bicicletas laranjas se espalham por 255 pontos e foram consideradas o melhor sistema de empréstimo de bicicletas por 21% dos entrevistados pelo Datafolha.
e) Localizar e desmontar esses artifícios permite que se usem as próprias defesas do organismo contra o câncer.

3) Assinale a alternativa correta, considerando a correta escolha de termos que têm parônimos ou homônimos.
a) No encontro, a presidente pediu que o governo haja para unir a base aliada contra a aprovação dessas medidas.
b) A distribuição de ingressos será feita 30 minutos antes do início do concerto e está sujeita à lotação da sala.
c) Ele disse que recebe outros R$ 3.000 mensais como pensão vitalícia referente ao mandado de vereador em Itu (SP).
d) Para driblar a hiperinflação, a estocagem de alimentos aproveitava energia farta e casas com dispensa.
e) Cerca de 52% dos jovens consultados disseram já ter sofrido algum tipo de descriminação em redes sociais.

4) Assinale a alternativa correta quanto à ocorrência (ou não) da crase:
a) Com histórias semelhantes, permeadas por abusos sexuais e agradecimentos à igrejas, quatro convidados contaram como iniciaram suas vivências.
b) Ela chega trazendo à tiracolo um aspirante a ator, seu atual namoradinho, 30 anos mais moço.
c) A temperatura desta segunda-feira supera os 36°C registrados no domingo, que correspondiam a maior temperatura deste verão.
d) O programa foi anunciado como um misterioso especial com estreia mundial no canal à cabo HBO.
e) No penúltimo treino antes do primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, marcado para as 16h deste domingo (26), o Santos recebeu o apoio de 40 torcedores organizados.

5) Assinale a alternativa correta quanto à ocorrência (ou não) da crase:
a) “Estamos frente à frente com um ato terrorista”, disse o premiê turco, Ahmet Davutoglu.
b) Este é pelo menos o segundo assalto à mão armada no bairro nas últimas duas semanas.
c) A meta do país, assumida perante à ONU, é chegar a número próximo de 29,4 mil até 2020, último ano da Década de Ação para a Segurança.
d) Espero que, depois da sua “performance” na TV, o ator esteja reabilitado aos olhos dos aiatolás. Uma viagem à Teerã talvez fosse o melhor teste.
e) Ele propôs a diretoria realizar 12 exposições no ano que vem.

6) Aponte o fragmento correto quanto à regência verbal:
a) Os laureados também comentaram sobre o desenvolvimento científico no Brasil em suas respectivas áreas.
b) Em sua autobiografia, o dono do Brothers, Park In-keun, negou ter cometido qualquer ilegalidade, dizendo que simplesmente obedeceu ordens do governo.
c) Obama, que está no Reino Unido desde quinta-feira, assistiu a uma apresentação especialmente organizada para ele pela companhia de teatro circular a céu aberto.
d) Em um sábado de fevereiro, a aposentada Carmen dos Santos, 82, saiu de sua casa em Guarulhos para ir no cinema pela primeira vez na vida.
e) Como diria o Garrincha, só esqueceram de combinar com os adversários, no caso a galera da geral, aquela acostumada a derrubar os alambrados para acertar as contas com o juiz ladrão.

7) Assinale a alternativa correta quanto à acentuação gráfica das palavras:
a) Turbinas de aviões são altamente sensíveis e o contato com uma ave pode ser suficiente para danificá-las ou destrui-las.
b) Pegava amoras no pé, matava galinhas, sempre com a mesma animação, o mesmo riso extravagante que saia em melodiosos espasmos em lá maior.
c) O corpo de Gularte será trasladado de avião de Cilacap para Jacarta, onde a família tomará as providências para leva-lo de volta ao Brasil.
d) Com tal dinâmica, quem quiser segui-lo do começo ao fim precisará vê-lo mais de uma vez.
e) Eles nem percebiam que todos os problemas caiam sobre uma, ou duas, ou três crianças: os filhos deles.

8) Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos pronomes pessoais, segundo a norma culta:
a) Forti disse ter tido ruptura da uretra, o que lhe obrigou a usar sonda para urinar.
b) Sobre o ocorrido há 38 anos, o patologista diz que, vez ou outra, alguém o pergunta isso.
c) Taylor contratou eles quando não estavam trabalhando com a companhia de dança.
d) Uma das suspeitas da polícia é que Forti tenha recebido do urologista a notícia de que ficara impotente e, inconformado, tenha atacado o médico que lhe havia operado.
e) O cinema de Godard vai ao mundo para roubar-lhe imagens e sons.

9) Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal:
a) A ideia prevaleceu quando triturou-se a Operação Castelo de Areia.
b) Com voz embargada, Lima agradeceu-lhes o prêmio, resultado do reconhecimento de seu esforço.
c) Nos últimos dois anos, promovemos seminários em parceria com a Unicamp, nos quais discutem-se economia, política, mobilidade, saúde e educação.
d) Poder-se-ia imaginar que o incidente marcaria o fim de sua relação com os palcos, mas ela nem lembra-se direito dele.
e) No futuro, pediria-se dela que fosse uma atriz de verdade, e algo falhou. Eis uma virtude do cinema: o registro da arrogante beleza da atriz permanece intocado.

10) Assinale a alternativa correta quanto à pontuação:
a) Ambos usam a internet como ferramenta de trabalho, e acreditam em uma relação profunda entre trabalho, prazer e reconhecimento por suas ideias criativas.
b) Para que qualquer país seja aceito no bloco é necessária a aprovação de todos os demais.
c) A suspensão do Paraguai, se deu em 2012 com a remoção de Fernando Lugo da presidência do país, tendo gerado uma crise diplomática internacional com os países sul-americanos.
d) O ex-presidente uruguaio, José Mujica, chegou à cerimônia acompanhado de sua mulher, a senadora Lucía Topolansky.
e) Ele era um ídolo para milhões de pessoas e um ilustre desconhecido para outros tantos. Isso não é uma opinião, é um fato. Ninguém precisa se aborrecer por causa disso.

 

Prova de Conhecimentos Gerais

11) Quem são Armínio Fraga, FHC, Murilo Portugal e José Serra?
a) ex-presidente do Banco Central, ex-presidente da República, presidente da Febraban e senador tucano;
b) presidente do PSDB, ex-presidente da República, presidente da Febraban e senador tucano;
c) ex-presidente do Banco Central, deputado federal (PSDB-SP), presidente da Febraban e senador tucano;
d) ex-presidente do Banco Central, ex-presidente da República, ministro da Fazenda e senador tucano;
e) ex-presidente do Banco Central, ex-presidente da República, presidente do BNDES e senador tucano.

12) Com base no gráfico abaixo, é possível dizer que:

grafico_prova
a) a trajetória da dívida pública indica que chegará a 65% como proporção do PIB neste ano;
b) aumenta o temor de que o deficit do governo leve à insolvência do setor público e à explosão da já elevada dívida pública;
c) a crise econômica tende a provocar uma queda do endividamento público porque diminuem os gastos das famílias;
d) a dívida pública cresceu 17,7% desde 2013;
e) a dívida pública não é motivo de preocupação nem para o governo nem para o empresariado.

13) Sobre o parágrafo abaixo, qual alternativa é correta?
“O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou o médico legista Harry Shibata por forjar informações a respeito da morte do militante político Yoshitane Fujimori em 1970.  O ativista foi morto após abordagem policial na zona sul da capital paulista, por ordem do então major Carlos Alberto Brilhante Ustra, chefe do Destacamento de Operações e Informações do II Exército (DOI) em São Paulo.”
a)  ao elaborar o laudo necroscópico, Harry Shibata apontou que a vítima foi morta a tiros, sem oferecer resistência;
b) Yoshitane Fujimori era dirigente da Vanguarda Popular Revolucionária, organização que propunha oposição ao regime militar sem uso da violência;
c) um novo laudo elaborado a pedido da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República revelou uma série de inconsistências no documento que Henry Shibata produziu na época;
d) Harry Shibata se recusava a trabalhar para os órgãos de repressão. Recebeu da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos a “Medalha do Pacificador”;
e) Brilhante Ustra foi citado pelo deputado federal Jair Bolsonaro durante a votação pela abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff. O deputado fez um protesto contra a tortura praticada durante o regime militar.

14) Qual das afirmativas abaixo não é correta sobre Usain Bolt?
a) ele é jamaicano;
b) é recordista mundial dos 100m e 200m no atletismo;
c) sofreu um grave acidente de carro em 2009, quando quase perdeu a perna;
d) apesar de ser muito alto (1,95 metro), tem o equilíbrio e a coordenação de um atleta mais baixo;
e) sua passada atinge até 2,40 m.

15) Assinale a alternativa correta sobre a Operação Mãos Limpas.
a) aconteceu na França em 1992;
b) as investigações judiciais não tiveram apoio popular porque líderes locais foram presos;
c) ela serviu de inspiração para a Operação Lava Jato;
d) prevalece entre acadêmicos a opinião de que, a longo prazo, a corrupção política que os juízes franceses pretendiam combater desapareceu;
e) as eleições de 1994 na Itália, disputadas ainda sob o calor da Mãos Limpas e em meio ao desmoronamento dos principais partidos políticos nacionais, deram vitória à oposição, de esquerda.

16) Sobre o surto do vírus da zika, está certo dizer que:
a) o vírus pertence à família dos flavivírus, a mesma da dengue e da poliomielite;
b) o mosquito Aedes aegypti, transmissor da zika, costuma transitar mais em ambientes rurais, onde não há grande quantidade de pessoas;
c) os sintomas mais comuns de zika são manchas vermelhas no corpo, coceira e febre muito alta;
d) o vírus continua a circular no Brasil, mas apenas no Nordeste, no Norte e no Sudeste;
e) o Brasil não tinha um sistema de notificação de casos de suspeita de infecção pelo vírus da zika, identificado no Nordeste em abril de 2015. Isso só ocorreu quando o vírus foi associado ao aumento do número de casos de bebês com microcefalia.

17)  Sobre a sucessão de Barack Obama, está errado dizer que:
a) o pré-candidato republicano Donald Trump defende a ideia de obrigar o México a construir um muro anti-imigrantes entre os dois países;
b) os analistas políticos erraram ao prever que Donald Trump perderia rapidamente nas primárias;
c) Ted Cruz abandonou a disputa após perder para Donald Trump nas prévias do partido no Estado de Indiana;
d) a candidatura Trump só vem caindo desde que foi lançada em junho de 2015;
e) durante a campanha, Trump chegou a defender a punição a mulheres que fazem aborto, mas voltou atrás após repercussão negativa

18) Qual dos fatores abaixo não deve ser um problema para o país até o final do ano?
a) aumento do desemprego
b) número relativamente alto de recuperações judiciais
c) a situação das dívidas dos Estados
d) aumentos seguidos na taxa de juros
e) endividamento maior das famílias

 

Todos os olhos na China

MARCELO LEITE

A China e sua economia paquidérmica não param de surpreender o mundo. Quando não é porque crescem acima de 10% anuais, é porque crescem abaixo de 7%.

A polvorosa que o dragão menos hiperativo vem causando nos mercados, ao lado da queda vertiginosa do preço do petróleo, tem obscurecido outro fenômeno chinês marcante: a queda em suas emissões de gases do efeito estufa. Aliás, uma coisa tem tudo a ver com a outra.

O aumento na produção num país costuma ser acompanhado de aumento proporcional no consumo de energia. Na China, até há pouco, isso implicava queimar mais carvão para produzir eletricidade.

Em 2015, o PIB chinês expandiu-se 6,9%, disseminando o temor de que desaceleração deprima a demanda global por insumos como minério de ferro. No mesmo período, contudo, as emissões de carbono -como o CO2, principal gás a agravar o aquecimento global- caíram entre 3% e 4%.

Trata-se de uma excelente notícia. A China, afinal, é o país que mais polui no mundo. E sempre deixou ambientalistas de cabelos em pé porque, além de tudo, tem grandes reservas de carvão mineral.

Os dirigentes da ditadura asiática perceberam, porém, que a coisa toda era insustentável. Não caíram no conto de que a denúncia do aquecimento global é um engodo anticapitalista, ou uma conspiração para impedir o desenvolvimento de nações pobres.

Começaram a substituir usinas termelétricas movidas a carvão por outras que funcionam com gás e a investir pesado em energias renováveis.

Hoje estão entre os maiores fornecedores mundiais de componentes para usinas eólicas (energia dos ventos) e fotovoltaicas (solar).

O resultado, em termos de emissões de carbono, ficou evidente em 2015: mesmo com a economia em crescimento, a queima de carvão pelo setor energético caiu coisa de 4%, segundo nota (bit.ly/1OEtlXz) do boletim “Energy Desk” do Greenpeace. O consumo de petróleo aumentou, mas 1,1%, muito abaixo do indicador de avanço do PIB.

Ou seja, daqui para a frente a indústria petrolífera não poderá contar com a manutenção de demanda chinesa. É provável que ela diminua nas próximas décadas, afinal a China também assumiu compromissos, na Conferência de Paris, que apontam para a contenção de suas emissões em algum ponto após 2020.

São compromissos voluntários, é verdade. Mas os mandarins de Pequim têm outro incentivo poderoso para desembarcar do carvão e do petróleo: poluição do ar. A coisa é tão séria que se tornou um dos principais combustíveis para movimentos sociais de contestação ao regime do Partido Comunista.

A boa nova é que o smog -névoa produzida pela queima de combustíveis fósseis- diminuiu cerca de 10% em média nas metrópoles chinesas. A má é que nada menos do que 80% das 366 cidades monitoradas ainda ultrapassam os limites legais de material particulado naquele país, que por sua vez ficam aquém do que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

O galho é que economistas do mundo todo começam a pôr em dúvida as estatísticas do governo chinês. Se estiver manipulando dados do PIB, por que não faria o mesmo com os de emissões e poluição?

19) O que causou a queda de emissões de gases do efeito estufa na China, segundo o artigo?
a) queda da poluição em 80% das cidades para níveis recomendados pela OMS
b) expansão do PIB chinês em 6,9% em 2015
c) investimento em energias renováveis e usinas movidas a gás
d) aumento de consumo de petróleo em 1,1%
e) o aumento das reservas de carvão mineral

20) Sobre o acidente de Tchernóbil, assinale a alternativa errada:
a) aconteceu há 30 anos;
b) é considerado o maior acidente nuclear da história;
c) aconteceu na antiga União Soviética;
d) foi um teste de equipamento que deu errado. O reator está isolado desde a catástrofe;
e) as autoridades russas agiram rápido e criaram uma zona de exclusão poucas horas após o acidente.

 

Prova de Inglês

21. All sentences are conditionals. Mark the only INCORRECT one.
a) If I were you I would’ve change your lock code.
b) If I was rude last night, I apologize.
c) If only I hadn’t drunk so much, this wouldn’t have happened.
d) If I knew you were coming, I would have prepared you dinner.
e) If I had the money, I could help you.

22. Read the sentences below and pay attention to the use of the pronouns in bold.
I. It used to be an ice-cream shop, but it closed down.
II. One can have a lot of money but still be miserable.
III. She finds it hard to concentrate herself for the finals.
IV. He did the painting himself.
V. They love one another like bees love honey.

The incorrect use of pronouns can be found in :
a) 1
b) 2
c) 3
d) 1, 3
e) 3, 5

23. Which linking word best suits the sentence below?
_____________he should have done his homework in order to prepare himself for the test, he in fact just played videogame in his bed.
a) However
b) Despite
c) Although
d) Nevertheless
e) Whereas

24. Choose the correct option.
No one wants to have chicken tonight, ___________ ?
a) don’t they ?
b) do you ?
c) do they ?
d) doesn’t we ?
e) does anybody ?

25. I had no sooner made a faux pas of her _________I wished I’d stayed home.
a) that
b) when
c) than
d) as
e) only


Malaria eradication

Breaking the fever

The end is in sight for one of humanity’s deadliest plagues

Oct 10th 2015 | MAGAGASI, SWAZILAND AND PAILIN, CAMBODIA

IN A dusty yard in Magagasi, a small village in eastern Swaziland, a man in surgical gloves draws Gugu Dlamini’s blood for the third time this year. The health worker lays a drop of it on a small plastic tray and adds a clear solution. The ritual is familiar. Every time a malaria case is reported in the country, surveillance officers sweep in and test everyone living within 500 metres of the sick person. In a few minutes a single line appears in the tray’s indicator window: Ms Dlamini does not have malaria.

Such vigilance has brought Swaziland to the threshold of becoming the first malaria-free country in sub-Saharan Africa, the part of the world most blighted by the disease. Swaziland’s struggle is part of a wider battle that the world is waging and winning. If it succeeds, Swaziland will join more than 100 countries that have eliminated malaria within their borders.

Since 2000, malaria deaths around the world have fallen by nearly half. The steepest drop has come in sub-Saharan Africa, where 90% of fatalities occur. Malaria still kills around 450,000 people each year —most of them children in Africa. But the World Health Organisation (WHO) estimates that better control prevented the deaths of 3.9m African children between 2001 and 2013.

Such progress breeds optimism. The WHO believes that malaria cases and deaths could both fall by another 90% in the next 15 years. At a summit in November, heads of state from East Asia will endorse a plan to make the region free of malaria by 2030. The Gates Foundation, an important source of funds for antimalarial research and control efforts, believes it can be eradicated completely by 2040.

That would rank among humanity’s greatest achievements. Malaria has killed people since the dawn of man. In 1900 it was endemic in almost every country on Earth and throughout the first half of the 20th century it killed 2m people a year. Bringing malaria to heel has required not just money but also imagination, persistence and political will. Elimination would save millions of lives and trillions of dollars in lost productivity and health costs, mostly in poor countries.

Optimism, however, should be tempered by the recollection that past endeavours have failed. A global eradication effort begun in 1955 dramatically decreased malaria deaths over the following decade. But because of flaws in the programme, such as overreliance on too few drugs and a lack of adequately trained doctors, and because funding dried up as malaria cases fell, the disease came flying back. Laying the scourge to rest for good requires yesterday’s failures to inform today’s plans.

The disease starts with a bite from an infected mosquito, which injects a small number of parasites into its human victim’s bloodstream. Roughly 40 species ofAnopheles mosquito, found all over the world, act as hosts for the types of malaria that affect humans. The parasites travel to the liver, where they multiply rapidly. They then infect red blood cells and continue to proliferate. Flu-like symptoms begin when the parasites break out of the blood cells, one to four weeks after the bite. Other mosquitoes can then pick up the parasite when they bite an infected person and pass it on when they bite another one.

Five types of malaria cause illness in humans. Plasmodium falciparum is responsible for the vast majority of deaths, having killed virtually all of the 528,000 people who died from malaria in sub-Saharan Africa in 2013. Plasmodium vivax is the most geographically widespread variety, responsible for most cases of malaria outside sub-Saharan Africa; it is less lethal than P. falciparum but can remain dormant in the liver and cause illness to recur when it emerges into the blood; frequent relapses weaken its victims, making them more susceptible to other diseases.

Eradication efforts focus on these two more virulent species. The other three strains usually cause less serious symptoms. But finding the victims and then stamping out mosquitoes and their deadly cargos of parasites is difficult. Up to 85% of people infected with malaria do not show symptoms and the parasite can lay dormant for months or years after an initial infection before emerging. This makes it especially tricky to fight.

The field tests that detect the parasite in places like Magagasi are not sensitive enough to pick up low-grade infections. Laboratory equipment that can detect the parasites is not available in every country. In Swaziland surveillance officers collect samples for laboratory analysis alongside rapid testing, and track them using bar codes and GPS co-ordinates to help them return to the right house. But no other African country has such a well-run system. Even so, finding Magagasi’s remaining carriers of the parasite has been a struggle. Laboratory tests take over a week to complete, which leaves plenty of time for mosquitoes to ferry the parasite to new victims.

After reading a part of the article above, answer the following questions:

26) “Every time a malaria case is reported in the country, surveillance officers sweep in and test everyone living within 500 metres of the sick person.”
The idiomatic expression to “sweep in” is closest in meaning to:
a) To eradicate the disease.
b) To clean up the place.
c) To quickly arrive at a place.
d) To meet by chance.
e) To arrive and clean.

27) What does the author points out as reasons to be cautious about eradicating malaria?
I. Because of the complexity of all mosquitoes that host the disease.
II. The high cost and total lack of financial aid.
III. It has already failed in the past due to lack of investment, overreliance on a few types of drugs.
IV. Lack of doctors.
a) I
b) II
c) III
d) IV
e) III and IV

28) According to the article, why can we be optimistic about eradicating malaria?
I. Advances in technological researches.
II. Successful eradication in more than 100 countries.
III. Good level of laboratory worldwide.
IV. The number of deaths caused by malaria is falling.
a) I
b) II
c) I, II, III
d) I,II, IV
e) I, II, III, IV

29) What does the author mean by “Bringing malaria to heel” has required not just money but also imagination, persistence and political will”:
a) To kill malaria.
b) To be in control of the disease.
c) To make profit out of it.
d) To bring it closer so it can be analyzed.
e) To force malaria to act in a specific way.

30). According to the article, all of the following statements are true, EXCEPT:
a) Victims of malaria are more susceptible to other diseases.
b) There are five types of malaria, two are lethal, and the other three are more dangerous because of their lack of symptoms, which makes it harder to diagnose and treat.
c) Eradication efforts focus on the most extremely severe types.
d) There are several types of malaria, but there is one is which more lethal, the Plasmodium falciparum.
e) Plasmodium vivax is the responsible for most cases outside sub-Saharan Africa.