A importância da entrevista “olho no olho”

Por Paula Leite

O trainee Tiago Ribas dá mais um exemplo de como a entrevista “ao vivo” faz a diferença; veja o relato dele.

Em uma das atividades da semana de direito do treinamento, eu e a Carol fomos à Assembleia Legislativa para conversar com um deputado sobre um projeto de lei que ele havia apresentado.

Antes da entrevista, a assessoria do deputado pediu para que mandássemos as perguntas que faríamos a ele por email. Segundo ela, com isso ele se prepararia para responder às perguntas. Concordamos e mandamos, em linhas gerais, quais seriam os principais assuntos tratados.

Quando começou a entrevista, o deputado estava com dois assessores ao seu lado e mostrou facilidade para responder às primeiras perguntas (aquelas que havíamos mandado por email).

No entanto, quando começamos a contestar algumas respostas dadas, ficou claro seu desconhecimento sobre o projeto. Ele se enrolava para falar sobre os custos que o projeto teria e como ele seria aplicado. Demonstrava nervosismo e pensava muito no que iria falar antes de começar a responder cada pergunta.

Isso só ficou claro porque fizemos as perguntas certas e fomos pessoalmente conversar com o deputado. Se a entrevista fosse feita por telefone não teríamos percebido o nervosismo do deputado e talvez não ficaria tão claro que ele não conhecia a fundo o projeto que ele havia proposto.