Por que decidiu ser jornalista?

Aproveitando que ontem foi Dia do Jornalista e a leitora Juliana nos cobrou um post a respeito, decidi relembrar um post que fiz em 2010 em que os trainees contavam por que tinham decidido ser jornalistas.

E vocês, leitores do blog? Por que e como e quando resolveram embarcar na profissão-cachaça?

Depois vou puxar os relatos para um novo post da categoria “inspirações” 😉

 

Comentários

  1. Decidi ser jornalista com 12 anos principalmente porque sempre gostei muito de escrever e sempre achei que essa era a profissão certa. Minha colação de grau foi mês passado e apesar de todas as dificuldades eu amo a profissão que escolhi.

  2. Por total gosto crítico, curiosidade e passar a infância/adolescência inteirinha ouvindo a Rádio Globo.

    Com metade do curso de jornalismo e quase nenhuma oportunidade na área, vi o sonho indo cada vez mais para longe. Me formei e estou há um ano apenas vivendo de frilas, porque oportunidades não aparecem. E, quando aparecem, exigem anos de experiência ou “QI” fortíssimo.

    Hoje falo para quem vem me perguntar sobre a área: Corra, faça outra coisa, mas não jornalismo.

    1. Vc tem acompanhado as vagas que a gente divulga aqui no blog? Vira e mexe alguém nos escreve dizendo que passou em alguma e todas têm processo seletivo 🙂

  3. Eu decido ser jornalista todos os dias e isso tem motivos variados. Não sei qual deles é mais forte, mais bonito ou que me torna mais realizada e feliz. Justamente por ser uma escolha diária, acho que não consigo responder a pergunta – ou não mais consigo. Hoje, especificamente, decidi ser jornalista após 14 horas de trabalho, quando olhei para as minhas matérias e vi ali o que sou. Uma mistura de paixão por palavras, uma dose de vontade de fazer diferente, o fato de querer enxergar a vida com suas nuances, desafios e particularidades. Por gostar muito de seres humanos, conhecê-los e ver, em cada um, uma razão a mais para lutar, torná-los visíveis e fazê-los parte da história do mundo. Talvez, amanhã, eu escolha a profissão por outro motivo, que tenha mais sacrifício ou encantos. Mas, em todas essa decisões, há algo que me convida a sempre dizer “sim” ao jornalismo. Não sei bem o que é… os sentimentos têm desses caprichos. Mas é algo útil e apaixonante que determina e, creio, sempre determinará aquilo que sou profissionalmente, mesmo que oficialmente, algum dia não mais o seja.

  4. Desde pequena eu sabia que queria fazer faculdade de música. Me dediquei durante anos. Toco piano desde os 5 anos de idade e no decorrer dos dias aprendi a tocar mais alguns instrumentos. Um total de 9. Meus pais me incentivaram muito até o dia do vestibular. Prestei duas universidades públicas. Uma eu não passei nem perto. Fiquei muito nervosa e na prova prática tinha que solvejar e não deu nada certo. A minha voz não saiu de jeiito nenhum. A outra passei na prova pratica e quando chegou na prova de conhecimentos gerais eu zerei matemática. Pronto. Fiquei por um ponto da nota de corte e depois de pesquisar vi que há 3 anos NÃO tinha nota de corte. E nem depois teve. SIM, foi só no ano em que prestei. Fiquei bastante frustada com isso. Uma das opções foi composição. Decidi fazer cursinho e tentar mais uma vez só que acabei desistindo do cursinho e optei por prestar uma universidade local. Não nasci para o direito, nem para a administração, nem para sistemas de informação, nem pedagogia, nem para moda, nem para história, nem para um monte de coisas. Liguei na faculdade e agendei o vestibular (depois que encerram as inscrições, quem deseja prestar o vestibular pode agendar a prova) e foi assim. Jornalismo na primeira opção e publicidade na segunda. Passei. Acho que é coisa de primeiro dia de aula mesmo, eu estava ansiosa e animada. Cheia de espectativa por tudo que estava por vir. Dois meses depois consegui um estágio num jornal conceituado da cidade e ali fiquei por um ano e nove meses. Hoje estou na assessoria de uma empresa que promove atividades culturais na região. A história é longa, ou não, depende do ponto de vista.
    Tudo isso foi só para dizer que não escolhi o jornalismo, e sim, ele quem me escolhou. Sou completamente apaixonada pelo que faço. Essa é uma profissão que me completa e hoje eu entendo perfeitamente o fato de ter tido uma nota de corta. Em pensar que um ponto poderia ter me separado do jornalismo para sempre. Sou feliz, sou jornalista. Abraço a todos.

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